28/05/2012
27/05/2012
15/05/2012
Poeminha do Vento ao (meu) Amor
Vento meu
Vá até o meu amor
Cubra-o, proteja-o!
Mas, antes disso...
Diga a ele essa mensagem:
que todo o sentimento,
que guardo em mim,
há um dono e que é ele.
Que meu puro, manso e lírico amor
pertence a só uma pessoa.
A essa pessoa que me faz Sentir,
que cultiva em mim um silêncio sublime.
Que em seu colo, sentindo o seu calor,
sinto-me cuidado
e que naquele momento nada mais
quero além da eternidade, ali.
Diga a ele que o amo.
(que é o meu primeiro amor genuíno)
E esse sentimento antes sem solo
é fértil ao lado dele.
Vá rápido vento!
Não se tarde a ir,
Já vejo o sol findar-se,
Meu coração agita-se.
Obrigado, vento meu.
Quando retornar,
enxugue minhas lágrimas.
13/05/2012
Mãe, do latim, Amor
"Que em qualquer momento, meus filhos, sendo eu qualquer mãe, de qualquer raça, credo, idade ou instrução, vocês possam perceber em mim, ainda que numa cintilação breve, a inapagável sensação de quando vocês foram colocados pela primeira vez nos meus braços: misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as glórias da arte e da ciência, mais sério do que as tentativas dos filósofos de explicar os enigmas da existência. A sensação que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consciência de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada terra. E assim sendo, meus filhos, vocês terão sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter."
(Lya Luft)
11/05/2012
08/05/2012
02/05/2012
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