23/10/2011
Transparência
Não peço nada além de sinceridade: um tapa na cara, uma verdade que fere, um soco que acorda. É melhor que qualquer tipo de sonambulismo ilusório. As pessoas se habilitam a isso, pensando que, de alguma forma estão amenizando a dor: colocando um pano por cima, varrendo para debaixo do tapete. Pelo contrário, a dor não sentida hoje, se duplica, triplica, quadruplica, qualquer que seja o "plica" no amanhã. Não alimente futuras noites em claro no tremendo escuro da madrugada. Monólogos. Devaneios. Diga que está com saudade quando, verdadeiramente, sentir isso. Não esbanje pseudos-preocupações. Não desperdice "eu amo você". Raízes retiradas matam as flores, as frutas, as folhas... Esperança de um mundo no qual poderemos confiar no que seja ouvido, escrito por qualquer pessoa.
20/10/2011
Título da Postagem
"No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento..."
(Mário Quintana)
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento..."
(Mário Quintana)
18/10/2011
Rosas de Plástico
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