07/07/2011

Go.

Realmente, não sei o que pensar de você. Desaparecem pensamentos meus ao seu respeito. Sumiste. Não tenho idéia, nem sei o porquê. Estalar de dedos. Fumaça. Fiquei abismado, cheguei até a pensar que o "erro" estava em mim. Mas, refletindo bem e conhecendo-me, o erro não está em mim. Achas que vou te culpar? Não, pois não há erro. Nunca teve. O que houve foi início, meio e fim. Pronto, isso. Cada parte foi necessária. Cada estágio. Cada fase. Nunca pensei que fôssemos ter algo. Sincero, estou sendo, escrevendo isso com o nescau quente ao meu lado. No começo (e concluí ao fim) achei que ia ser uma aventura. Não ia dar em "nada", algo simples e rápido, foi de fato. Parece que assinei uma espécie de contrato, com cada cláusula devidamente lida e entendida. Escrevi meu nome inteiro. Não me arrependo. Gostei. Nossa, que eufemismo! Posso colocar, o advérbio de intensidade muito, próximo ao gostei? Foi divertido, posso dizer assim. Diferente. Novo. Porém, passou, como as palavras ditas, que foram poucas, na medida certa para não haver ilusões, expectativas. Cada gesto, da maneira certa para sentir falta. Agora, encontra-te aí e encontro-me aqui. Separados pelo hoje. Entretanto, juntos pelo ontem. Pelas lembranças. Pela memória.